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sexta-feira, outubro 4

Sobre grandes dias e sentimentos inúteis.

Ao longo de nossas vidas nós seremos obrigados a fazer várias provas. Algumas com mais importância, outras com menos.

Neste domingo farei uma de importância média. Considero sua importância média porque eu não tenho chance alguma de passar. Tenho consciência disso.

Mas desde quando esperança tem consciência de qualquer coisa?

Nós temos nossas duas metades: a racional e a emocional.
Faço esse post pra xingar a desgraçada da emocional. Ela que, algumas vezes, me da esperança de que todos os outros candidatos para a prova passem essa semana toda assistindo RBD e tenham seus QIs significantemente diminuídos por isso até domingo. Essa filha da mãe que, mesmo eu sabendo que vão ter outros 87987376 inscritos mais bem preparados que eu, ainda me faz ficar ansiosa pela prova. Ainda me faz sonhar com um bom resultado.

Por favor, lado emocional, cale a merda da sua boca. Não me iluda.

Não me faça ficar ansiosa, nem nervosa. Não gosto quando minha barriga dói e eu perco o ar pensando numa prova que eu não tenho a mínima chance de passar.

E não, não é pessimismo. Não estudei o quanto devia, é fato que serei prejudicada com isso.

Já aceitei isso. MAS AINDA ASSIM QUASE ME MIJO TODA VEZ QUE LEMBRO QUE A PROVA JÁ É DOMINGO!

Poxa, não faz sentido algum eu ficar nervosa desse jeito.

Vou jogar GTA V e dar uns tiros. Ver se o nervosismo para e se eu consigo, pelo menos, uma nota razoável pra não ser excomungada pela família.

quinta-feira, outubro 3

Archievement unlocked: Relashionshipp

Desde que eu tenho uns 13,14 anos e vejo meus amigos começarem e terminarem namoros eu tenho a mesma canção fluindo dos meus lábios: “namoro é atraso de vida” ou às vezes “só vou namorar quando tiver a vida feita”. Pois sim, faz todo sentido. Principalmente para mim, que já não consigo administrar a única área “desbloqueada” da minha vida, até então, que eram os estudos. Ter outra área desbloqueada era inadmissível.

Até que a praga de mãe pegou. Quando eu cantava meu old song minha mãe costumava retrucar “fala mal de namoro porque ainda não se apaixonou”.

Ora, como eu odeio essa palavra... “apaixonar-se”. Coisa mais nojenta... sempre fugi de filmes de romance, ou de amigos apaixonadinhos que só falam de como fulano é lindo, ou fulana é meiga (e ainda fujo, graças ao bom Deus eu não fiquei romântica nojenta fresca, com todo o respeito com quem é).

Mas então conheci um ser e isso mudou. Comecei a sentir coisas estranhas, como uma necessidade absurda de falar com ele o máximo que eu pudesse. Logo eu, que sempre fui acostumada com a ausência das pessoas... presar tanto a presença de um cara que mal conheço, isso não pode ser normal. A partir daí comecei a me auto alertar da possível maldição: Logo viraria um zumbi com borboletas no estômago e unicórnios na cabeça. Droga. Odiei-o por isso.

Odiei-o ainda mais todas as vezes que eu, sem motivo algum, me sentia ansiosa. Todas as vezes que sorria sem motivo. E muito mais nas vezes que eu ficava mimizenta ain-ele-naum-mim-ama.

Então eu finalmente entendi as pessoas que eu criticava, mas não vou pedir desculpas. Ainda as acho idiotas, agora, porém, faço parte do grupo.


NOTA: NÃO! Isso de maneira alguma é uma declaraçãozinha romântica. Estou apenas expondo meus pensamentos como fiz esses anos todos no blog, obrigado por não confundir.

quinta-feira, maio 2

I'm back!

Não por muito tempo.

Bom, o que acontece é que eu ando sentindo falta do blog. De alguma maneira, me sentia inteligente e legal quando escrevia aqui e acho que estou merecendo uma dose de autoestima antes de pirar então, resolvi voltar a escrever yeah!
Dessa vez vou tentar algo mais profissional, algo mais pensado.
Vou continuar com a tag "baboseiras diárias" porque eu realmente adorava escrever essa parte.
Vou  abastecer a tag "histórias pra se lembrar" com histórias engraçadas e constrangedoras.
Vou criar uma tag chamada... bom, o nome dessa tag vai ser uma surpresa (na verdade eu não sei qual nome por ainda inventei ela nesse segundo), mas nela, toda segunda-feira eu vou postar um texto sobre como foi minha semana e um desenho pra representá-la. Prometo que vou ser criativa e não vou desenhar cocos.
Não vou prometer postar mais desenhos, pois eu não consigo me programar pra desenhar. Mas quando o fizer, postarei.
Não vou prometer postar sempre porque eu me conheço e sei que vou ficar tempos sem postar nada.
Talvez alguns vídeos, mas, principalmente esse, não prometo.
E eu vou começar um projeto novo. Minha mãe está pintando (escrevi "printando" três vezes, maldito vício) a casa e eu estou pensando em pintar o meu quarto.
No final de tudo eu vou fazer um post bem legal e postar aqui pra mostrar como ficou.

Então é isso amigos imaginários pra quem eu escrevo, até mais.

quarta-feira, maio 1

Não consegui pensar num título, então, só leiam.

Quando ainda somos pequenos pirralhos piolhentos e fazemos algum mal para nossos coleguinhas como, esconder seu brinquedo preferido, ou fazer xixi na sua mochila, nos é passado o sermão "Devemos amar nosso próximo para que ele não venha urinar na sua mochila também".

 E aí está uma coisa que você aprende e nunca ninguém te deixa esquecer.

Parece fácil essa história de amar o próximo (principalmente se você é como eu e se envolve pouco com próximos). Sabem, a vida real não é como um filme que sempre tem um desgraçado que vai te perseguir, fazer de sua vida um inferno e se tornar seu inimigo pra sempre. Isso só vai acontecer se você for realmente uma pessoa muito muito desagradável. Mas para pessoas normais é quase impossível ter inimigos.
Mas não ter inimigos e amar as pessoas é algo diferente. Uma coisa é ser alheia às pessoas, outra coisa é amar e ter compaixão.
Sejamos sinceros. É muito fácil você ter compaixão pelo jovem esquisitinho da sua sala, mas quando se trata daquela gostosa popular já é outra história. Ela nunca fez nada pra você, assim como o esquisito, mas mesmo assim você não gosta dela e vai comentar com suas amigas, também feias e rejeitadas socialmente, que ela é uma vadia.
Ou aquele cara que desenha mil vezes melhor que você. Ele é até que um doce, muito fofinho te da dicas de como desenhar, mas quando ele fala "Olha, você poderia melhorar os efeitos e luz e sombra desse jeito, assim o desenho fica mais realista" a única coisa que você ouve é "Olha, sou melhor que você, sou melhor que você desse jeito, assim sou melhor que você é realista." e quando ele termina de falar você só pensa "Oh gosh, odeio esse cara,"
Todo mundo faz isso. Vai dizer que você nunca assistiu um filme com a Amy Adams e pensou "Oh, ela é tão linda e meiga... QUE VACA!"?
A inveja faz isso conosco, se livrar dela não é uma tarefa fácil. É necessária uma dose ENORME, quase inexistente de humildade e amor próprio.
Mas qual o ensinamento do post?
1ºNão mijem na mochila dos seus amigos. Sério, não façam isso.
2ºNão deixe que sua pouca fé em si mesmo faça com que você crie sentimentos negativos que te impeçam de amar o próximo.
3º Às vezes é necessário deixar o orgulho de lado pra fazer a felicidade de um amigo. (principalmente se você é sidekick desse amigo.)

Até a próxima p-p-pessoal!

sábado, setembro 15

Alone? Forever?


Não sei porquê, mas eu sempre tive dificuldade de socialização.

Talvez seja minha timidez, ou minha falta de autoestima. Às vezes acho que é de minha natureza manter-me calada durante uma conversa, mesmo com infinitos argumentos pairando sobre minha mente, mas isso é errado. Não errado, porém inconveniente.

Todos nós quando nascemos recebemos uma missão e uma sub-missão.
A missão é o objetivo (não me diga) e a sub-missão é passar por cima das barreiras que te impedem de cumprir a missão.

A missão da fulaninha é ter um marido legal, uma família nos conformes e uma casinha bacana, mas ela é gordinha e pensa “Qual cara em sã consciência casaria com uma pessoa como eu?” e toma como sub-missão emagrecer, ou aceitar a si como é e perceber que é tão capaz de encontrar alguém quanto uma pessoa magra.

Eu não sei qual é minha missão. Por enquanto, acredito que seja realização profissional, mas tomei como sub-missão derrotar este meu déficit social.

Tenho tido progressos, que, embora pequenos, me fazem orgulhosa de mim mesma, mas ainda noto uma defasagem entre mim e outras pessoas. A maioria das pessoas que eu conheço, não vêm problema nenhum em conversar com algum desconhecido, mas para mim é mais difícil que montar um avestruz calçado com salto alto.

Eu montaria um avestruz, por que não? São aves adoráveis, mas humanos, ugh, eles me assustam. E eu não sei porque. Não, eu não acho que vão me tratar mal. Não, eu não acho que vão me ignorar. Não, eu não sei o que me impede, mas toda vez que eu tento, não consigo e quando consigo, soo terrivelmente patética.

Eu gostaria tanto de ter fôlego de tagarelar por horas, de fazer amigos onde quer que eu fosse, de ser convincente com meus argumentos. Sonhos, só sonhos.<drama> Às vezes penso que jamais vou mudar, que morrerei sozinha sem ter quem chore em minha lápide.</drama> Outras vezes penso que isso é vantajoso - assim tenho mais tempo para cuidar de meus assuntos.

A verdade é que essa é A sub-missão. E claro que Deus tinha de me fazer assim. Pessoas como eu não podem ter a língua solta. Isto pode ocasionar pequenas discussões, conspirações e, quem sabe, guerras mundiais.

Chinelos, Cabelos, Caju e Celular.


O que essas quatro palavras têm em comum?
Os Chutes Comuns Certamente Concordariam Com o C do Começo das palavras, mas esse não é o assunto do qual vou tratar.
Vou separar cada item em um tópico porque eu pago de escritora de enciclopédia, mas nem sei escrever direito.

Chinelos.
Bom, eu adoro chinelo, se pudesse andaria só de chinelos. Casamento de chinelo, igreja de chinelo, escola de chinelo, chá de bebê de chinelo, enterro de chinelo, entrevista de emprego de chinelo, receber o óscar de chinelo, bater o recorde mundial de usar chinelo de chinelo. Tudo de chinelo.
Mas por que você não usa chinelo sempre, então?
Porque a sociedade julga mal as pessoas que usam chinelo sempre.

Cabelos.
Não entendo pessoas que são fissuradas em ficar arrumando o cabelo toda hora. Escova, chapinha […] Que mais que elas fazem? Não importa, é estupidez de qualquer jeito. Eu pinto o cabelo, pintei várias vezes. E por que eu pintei? Por que eu queria ser “autêntica”.
"Ninguém vai ter o cabelo azul", eu pensei, "serei única", pensei. É, a babaca dos babacas. Mas por que fazer algo para as outras pessoas? Convenhamos, ter os cabelos lindos é trabalhoso e nós fazemos isso para parecer legal, bonito, pra pessoas que mal conhecemos.
Ora, ninguém dá credibilidade para pessoas com cabelos emaranhados. Quem namora com aquela garota que nunca penteia o cabelo? Ninguém, ela esta solteira escrevendo para o blog.
Mas essa não sou eu, eu penteio os cabelos, só que, fuu, cansa isso.
E por que você penteia então?
Porque a sociedade julga mal as pessoas que não cuidam dos cabelos.

Celular.
Eu amo muito muito muito meu celular. Ele é um velhinho que eu ganhei do meu irmão por estar muito surrado e que está comigo há quase dois anos. O touch screen não pega mais e o teclado ou não escreve ou repete as letras, a entrada de fone vira-e-mexe não reconhece o fone, ou fica de mau contato, o bluetooth só recebe, a câmera não filma e ele não reproduz nenhum tipo de vídeo, mas é meu e eu gosto assim. Sabe, ele cheira a Alice. Ele É Alice. Tem que ter todo um jeitinho que só eu conheço pra conseguir mexer e entender ele. Nunca nenhum celular demonstrará tanto minha personalidade quanto ele demonstra e, eu estou pensando seriamente em trocá-lo. Sei lá, me sinto desprezada às vezes quando as pessoas vão fuçar no meu celular e ele não atende aos comandos delas e elas jogam ele de canto e correm para os braços do playboyzinho portando um iPhone.
Mas se você gosta tanto do seu celular, por que vai trocá-lo?
(Tirando que às vezes nem eu mesma consigo lidar com ele e acabo querendo jogá-lo na parede – e o fazendo algumas vezes) Por que a sociedade julga mal que não tem um celular top.

Isso é o que as palavras têm em comum. São todos itens muito avaliados pela sociedade e que podem te incluir em uma ou excluir de outra.

Mas Alice, e o caju?

Bem, o caju você enfia no meio do seu cu [:
AIRAIRAIRIARIAIRAIRIARIARIAIRAIRIARIAIRAIRAIAIRAI

NOTA DO AUTOR:
Bom, tudo que eu disse a cima é mentira. Eu já fui a um casamento de chinelo e não me importo. Acho cabelo de cores diferentes super uow e se ficar uma semana inteira em casa só vou pentear o cabelo 3 vezes. Não troco meu celular nem por um iPhone e escrevi isso tudo só porque a ilustríssima Anna Cláudia pediu e porque queria fazer a piada final. Beijos. 

quarta-feira, junho 6

Alice em 2D #1

Finalmente o vídeo.
Espero realmente do fundo do meu coração bandido que gostem! (: